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domingo, 27 de novembro de 2016

Morre Fidel Castro, um dos maiores assassinos do século 20 - Políticos corruptos o chamas de "herói e emblemático"

EX-PRESIDENTE CUBANO FIDEL CASTRO MORRE AOS 90 ANOS EM HAVANA




O ex-ditador cubano Fidel Castro faleceu, aos 90 anos, nesta sexta (25) às 22h29 em Havana. A morte foi anunciada por Raúl Castro, irmão e atual ditador de Cuba, em um pronunciamento na TV. Seu corpo será cremado. Até o momento, não há maiores informações reveladas pela ditadura cubana.

A última aparição pública de Fidel Castro foi em 15 de novembro, quando recebeu o presidente do Vietnã, Tran Dai Quang.

Números da ditadura cubana, de 1959 até 2004:

“Fuzilados: 5.621. Assassinados extrajudicialmente: 1.163. Presos políticos mortos no cárcere por maus tratos, falta de assistência médica ou causas naturais: 1.081. Guerrilheiros anticastristas mortos em combate: 1.258. Soldados cubanos mortos em missões no exterior: 14.160. Mortos ou desaparecidos em tentativas de fuga do país: 77.824. Civis mortos em ataques químicos em Mavinga, Angola: 5.000. Guerrilheiros da Unita mortos em combate contra tropas cubanas: 9.380. Total: 115.127(não inclui mortes causadas por atividades subversivas no exterior).” FONTE.

Seu legado de morte, perseguição, miséria e autoritarismo persistirá por muito tempo no coração dos imbecis.



fonte:





Fidel Castro morre aos 90 anos

Sua morte aconteceu no fim da noite de sexta-feira e foi anunciada por seu irmão e sucessor, Raúl Castro


33/33Fidel Castro acende seu charuto ao lado do argentino Che Guevara (1928-1967) durante os primeiros dias de sua campanha de guerrilha nas montanhas Sierra Maestra em Cuba, por volta de 1956 (Hulton Archive/Getty Images)



1/33Fidel Castro discursa durante cerimônia em homenagem a Hugo Chávez em Havana, em fevereiro de 2006 (Sven Creutzmann/Mambo Photography/Getty Images)


2/33Papa Francisco e o líder cubano Fidel Castro se encontram em Havana (Alex Castro/AP)




3/33Dilma Rousseff visita ditador Fidel Castro em Havana (Alex Castro / Cubadebate.cu/VEJA)

4/33O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou o ditador cubano Fidel Castro na quarta-feira, em Havana. (veja.com/AFP)


5/33Presidente Lula conversa com Fidel Castro durante visita a Havana, Cuba, em 24/02/2010 Ricardo Stuckert/PR (Ricardo Stuckert/PR/VEJA)

6/33Foto de arquivo divulgada pelo jornal cubano Granmataken mostra o ex-ditador Fidel Castro durante uma reunião com o primeiro ministro japonês Shinzo Abe em Havana, em setembro de 2016 (Alex Castro/Granma/AFP)

7/33Em Portugal, José Saramago com Fidel Castro, 1998. (veja.com/AFP)


8/33O ex-ditador cubano Fidel Castro, durante cerimônia de encerramento do congresso do Partido Comunista Cubano em Havana no ano de 2011 (Desmond Boylan/Reuters)


9/33Fidel Castro fotografado durante missão diplomática dos Estados Unidos em Havana em janeiro de 2006 (Claudia Daut/Reuters)

10/33O ex-ditador cubano Fidel Castro fala durante as celebrações do 50º aniversário da criação dos Comitês para a Defesa da Revolução (CDR) em Havana em setembro de 2010 (Desmond Boylan/Reuters)

11/33Fidel Castro e Hugo Chávez brincam durante uma sessão de rebatidas, durante amistoso de beisebol entre Cuba e Venezuela em outubro do ano 2000 (Andrew Winning/Reuters)

12/33O ex-ditador cubano Fidel Castro gesticula durante uma viagem a Paris março de 1995 (Charles Platiau/Reuters)

13/33O papa emérito Bento XVI durante encontro com o ex-ditador cubano Fidel Castro em Havana em março de 2012 (Alex Castro/Cubadebate/Reuters)

14/33O ex-ditador cubano Fidel Castro e a lenda do futebol argentino Diego Maradona jogam bola durante uma entrevista em Havana, em outubro de 2005 (Canal 13/Reuters)

15/33O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela abraça o ex-ditador cubano Fidel Castro durante uma visita à casa de Mandela em Houghton, Joanesburgo, em setembro de 2001 (Chris Kotze/Reuters)

16/33Fidel Castro durante a ECO-92 no Rio de Janeiro em 1992 (UN Photo/VEJA)


17/33Fidel Castro conversa com o Papa João Paulo II durante a apresentação de suas delegações no Palácio da Revolução, em Havana, em janeiro 1998 (Paul Hanna/Reuters)

18/33O ex-ditador cubano Fidel Castro, olha para a multidão durante manifestação em Córdoba, na Argentina, em julho de 2006 (Andres Stapff/Reuters)

19/33O então primeiro-ministro cubano Fidel Castro durante o 19º aniversário de sua chegada aos seus companheiros revolucionários no iate Granma, em Havana, em novembro de 1976 (Prensa Latina/Reuters)

20/33Fidel Castro relaxa em uma piscina durante uma visita à Romênia em maio de 1972 (Prensa Latina/Reuters)


21/33O então o primeiro-ministro cubano Fidel Castro joga beisebol em Havana em agosto de 1964 (Prensa Latina/Reuters)


22/33O então ditador cubano Fidel Castro e o ex-líder soviético Mikhail Gorbachev trocam documentos durante a cerimônia de assinatura do tratado em Havana em abril de 1989 (Gary Hershorn/Reuters)

23/33Fidel Castro fuma um charuto durante entrevista em ocasião da visita do senador dos Estados Unidos, Charles McGovern, em Havana em maio de 1975 (Prensa Latina/Reuters)

24/33O ex-presidente venezuelano Hugo Chávez durante visita ao ditador cubano Fidel Castro em Havana em agosto de 2006 (Estudios Revolucion-Granma/Reuters)

25/33O ex-presidente norte-americano Jimmy Carter e o então ditador cubano Fidel Castro ouvem o hino nacional cubano no estádio de beisebol "Latinoamericano" em Havana em maio de 2002 (Rafael Perez/Reuters)

26/33Fidel Castro durante audiência como presidente do Movimento dos Não-Alinhados nas Nações Unidas em Nova York em outubro de 1979 (Prensa Latina/Reuters)


27/33O guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara joga golfe com Fidel Castro em Colina Villareal, Havana (Prensa Latina/Reuters)


28/33O ex-ditador cubano Fidel Castro dá uma piscada a uma mulher durante cerimônia de graduação de centenas de estudantes de arte cubanos na Cidade Esportiva de Havana em outubro de 2005 (Claudia Daut/Reuters)

29/33O então ditador cubano, Fidel Castro fuma um charuto durante uma reunião da Assembleia Nacional em Havana, em dezembro de 1976 (Prensa Latina/Reuters)

30/33Foto tirada nos anos 60 do então primeiro-ministro cubano Fidel Castro, ao lado do guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara (Roberto Salas/Cubadebate/AFP)

31/33O então ditador cubano Fidel Castro durante a comemoração do Dia de Maio na Praça da Revolução em Havana em 2004 (Rafael Perez/Reuters)


32/33Fidel Castro em retrato feito logo após a derrubada do governo liderado pelo presidente Fulgencio Batista em 1959 (Lester Cole/Corbis/Getty Images)

33/33Fidel Castro acende seu charuto ao lado do argentino Che Guevara (1928-1967) durante os primeiros dias de sua campanha de guerrilha nas montanhas Sierra Maestra em Cuba, por volta de 1956 (Hulton Archive/Getty Images)

1/33Fidel Castro discursa durante cerimônia em homenagem a Hugo Chávez em Havana, em fevereiro de 2006 (Sven Creutzmann/Mambo Photography/Getty Images)

O homem que um dia disse que seria “absolvido” pela história morreu 22h29 de sexta-feira (horário de Havana, 1h29 de sábado em Brasília), em Havana, como uma das figuras mais emblemáticas do último século. Responsável pela morte de milhares de pessoas em julgamentos sumários, pela fuga de milhões para o exterior e pela penúria dos que permaneceram no país, Fidel Castro saiu da linha de frente da política cubana ao transferir a presidência para o irmão, Raúl, em 2006. Mas permaneceu assombrando o povo e preservando sua tenebrosa herança.


A saída de Fidel não significou uma abertura do país para a economia de mercado. Pelo contrário, a ilha seguiu emperrada, e melhorar de vida continuou a ser um ato tão subversivo quanto dar uma opinião sobre a política nacional. Se internamente as dificuldades não dão trégua, um sopro de esperança veio do inimigo externo, os Estados Unidos, que decidiu reatar relações diplomáticas com a ilha no apagar das luzes de 2014. Raúl, no entanto, fez questão de dizer que a aproximação não significará ‘tirar Cuba do rumo’, provando que Obama pode tentar a sua parte, mas alterações significativas dependem da saída de cena dos ditadores.

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Cultuado por partidos de esquerda latino-americanos, Fidel passava a maior parte de seu tempo livre em uma ilha paradisíaca ao sul de Cuba, onde levava um estilo de vida nababesco, em contraste com a miséria da população. Morreu em Havana, aos 90 anos. Como ocorre em todos os regimes ditatoriais, detalhes sobre a vida pessoal e principalmente a saúde do chefe de Estado sempre foram mantidos em sigilo. Fotos esporádicas invariavelmente o mostravam decrépito, vestindo um agasalho Adidas. Em fevereiro de 2014, a agência de notícias Associated Press eliminou de seus arquivos imagens alteradas digitalmente para esconder um aparelho auditivo. No mês anterior, o ditador havia comparecido à inauguração de um centro cultural em Havana. O registro de sua passagem pelo local mostraram o gerontocrata caminhando com ajuda, curvado e com uma aparência fragilizada.

Em 2006, quando complicações de uma hemorragia intestinal o obrigaram a entregar o poder – primeiro provisoriamente, e dois anos depois, de forma definitiva –, muito pouco foi divulgado sobre a doença que o acometeu. Boatos apontaram para diverticulite (inflamação no intestino grosso) e até câncer, mas nada foi confirmado oficialmente. Os rumores sobre sua morte só aumentaram desde sua renúncia. “Já me mataram não sei quantas vezes”, disse, em uma de suas entrevistas para desmentir notícias sobre sua morte. Fato é que sua onipresença em público deu lugar a aparições cada vez mais raras.

Trajetória

Fidel Castro Ruz nasceu no dia 13 de agosto de 1926, na província cubana de Oriente, filho do fazendeiro Angel Castro e da camponesa Lina Ruz. Aos 17 anos, mudou-se para a capital para estudar. Formou-se em direito na Universidade de Havana, em 1949, e começou a defender gratuitamente camponeses, operários e prisioneiros políticos – em troca, chamava todos a fazer parte da revolta que articulava contra o governo. O Partido Ortodoxo o escolheu para ser candidato à Câmara dos Deputados nas eleições de 1952, quando também seria escolhido o novo presidente do país. Mas o pleito não chegou a ser realizado. Em 10 de março de 1952, o sargento Fulgêncio Batista tomou o poder, com o reconhecimento do governo americano, e no dia seguinte fechou o Parlamento e suspendeu as eleições.

Era o começo da farsesca carreira política de Fidel. Em 1953, ele liderou um grupo de rebeldes em um ataque suicida ao quartel de La Moncada. Foi preso e levado a julgamento no mesmo ano, quando assumiu a própria defesa, exercitando a retórica inflamada e arrogante que o caracterizaria por toda a vida pública. Dois anos depois, foi solto e exilou-se no México, onde começou a organizar seu retorno a Cuba.

No dia 30 de dezembro de 1958, seu escudeiro, o argentino Ernesto ‘Che’ Guevara, e mais quatrocentos guerrilheiros sob seu comando conseguiram conquistar Santa Clara, que era defendida por 3.500 soldados do governo. Essa vitória foi fatal para Fulgêncio, que abandonou o país na madrugada de 31 de dezembro. Em janeiro, Fidel já estava no poder.

Um dos primeiros atos do principiante ditador foi mandar fuzilar colaboradores do ex-sargento. Começou promovendo a reforma agrária e nacionalizando empresas, transformando em unidades de produção cerca de 70% da superfície cultivável do país, pertencente a companhias estrangeiras e latifundiários locais. Milhares de cubanos deixaram o país e se estabeleceram na Flórida (EUA), onde passaram a representar uma força política contrária ao regime castrista.

Enquanto isso, Cuba ia se afastando dos americanos, que decretaram bloqueio comercial ao país em 1960 e romperam relações diplomáticas em 1961 – ano em que o comunismo foi formalmente estabelecido. No ano seguinte, foi implementado o racionamento de alimentos – que prossegue até hoje e segundo o qual cada família cubana tem um limite mensal de produtos registrado em uma “libreta” de controle.
Economia

O país, então, começou a depender da União Soviética. Mas a ajuda durou apenas até o início dos anos 90. Depois disso, o colapso do regime soviético suspendeu o repasse financeiro e afundou Cuba em uma grave crise econômica, que obrigou Fidel a ensaiar tímidas reformas. A abertura de restaurantes familiares passou a ser permitida, assim como feiras livres para complementar a escassa ração oficial. Houve também incentivo ao turismo e investimentos estrangeiros. Fatalmente, algumas pessoas começaram a sentir uma leve melhora na qualidade de vida. Bastou para que, em 1996, o comandante-em-chefe engatasse a marcha a ré nas mudanças, que na visão dele teriam passado a afrontar o princípio revolucionário da igualdade. A repressão política ficou mais dura e dissidentes foram condenados a longas penas de prisão.

A Venezuela do caudilho Hugo Chávez (1954 – 2013) passou a pagar a “mesada” que antes cabia à União Soviética, o que possibilitou, por exemplo, reduzir os cortes de energia elétrica na ilha. Mas os recursos concedidos ao regime, que vieram também dos cofres da China, do Canadá e do Brasil, nunca tiveram como reflexo o bem-estar da população. Dois terços dos 11 milhões de cubanos que nasceram depois de 1959 não conheceram outro regime que o de miséria imposto pelos irmãos Castro – nenhum outro ditador de sua época permaneceu tanto tempo no poder. Há ainda 2 milhões de cubanos exilados.

Mesmo oficialmente aposentado, Fidel continuou mandando e desmandando no governo. Raúl e todos os demais dirigentes ainda eram obrigados a consultá-lo a respeito de qualquer assunto importante. Governavam, portanto, de mãos atadas. E quando perdeu as forças também para manter o padrão de seus célebres e longos discursos – no auge, chegou a falar por 8 horas ininterruptas – Fidel trocou o palanque da oralidade pelo texto escrito, mas igualmente nada sucinto: seu proselitismo foi reunido em um livro com nada menos que 896 páginas.

Os cubanos que viram nas promessas de reforma de Raúl a possibilidade de recuperar os anos perdidos decepcionaram-se ao perceber que nenhuma mudança foi para melhor. A vida ficou mais difícil. O Estado, dominado pelos militares, mantém o controle de todas as atividades relevantes. A perseguição política não foi aliviada. Apenas mudou sua natureza. Se antes era realizada buscando algum suporte na lei, agora se dá de forma clandestina, com milícias governistas reprimindo os opositores. E a população continua impedida de avançar pois, aos olhos do regime castrista, a concentração da propriedade contradiz a essência do socialismo e jamais será permitida.

Com a morte do ditador, Cuba tem o desafio de (finalmente) começar a caminhar com as próprias pernas e oferecer uma vida melhor (e livre) à população.


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sábado, 19 de novembro de 2016

EFEITO CORRUPÇÃO: Petrobras vende Liquigás para Ultragaz por R$2,8 bi


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SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras informou que seu Conselho de Administração aprovou nesta quinta-feira a venda da Liquigás para a Ultragaz, subsidiária da Ultrapar, em negócio de 2,8 bilhões de reais que depende de aval de autoridades antitrustre por elevar fortemente a concentração no mercado de gás de cozinha do país.

A aprovação da venda da Liquigás, que confirma relatos desta quinta-feira de fontes com conhecimento da transação, integra o programa de desinvestimentos da Petrobras, que prevê arrecadar 15,1 bilhões de dólares em 2015 e 2016, como forma de a estatal reduzir seu enorme endividamento.

Com a venda da Liquigás, a Petrobras atingiu desde o início de 2015 um total de 11 bilhões de dólares em desinvestimentos, mas o montante da transação com a Ultrapar só deve entrar no caixa da estatal no fim de 2017, uma vez que o negócio terá que passar por avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), disse a gerente-executiva de aquisições e desinvestimento da Petrobras, Anelise Quintão Lara.

"Vai ter um período de transição entre a assinatura de contrato e o closing de alguns meses, porque vai passar pelo Cade e imaginamos que o closing vai acontecer no fim de 2017", afirmou a jornalistas, ressaltando que a empresa está confiante de realizar negócios até o fim do ano que atinjam a meta.

Ela disse que a venda da Liquigás ficou dentro da faixa de valor estimada pela Petrobras. A gerente afirmou ainda que eventuais operações decorrentes de concentrações de mercado serão de responsabilidade do grupo comprador da Liquigás.

A empresa, subsidiária integral da Petrobras, atua no engarrafamento, distribuição e venda de gás liquefeito de petróleo (GLP). A empresa opera em quase todos os Estados do país e conta com 23 centros operativos, 19 depósitos e uma rede de cerca de 4.800 revendedores autorizados, segundo a Petrobras.


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Já a Ultragaz, primeira distribuidora de GLP do Brasil, fundada em 1937, atende aproximadamente 11 milhões de domicílios no segmento envasado e 50 mil clientes no segmento granel.

Em meio a preocupações sobre aumento da concentração de mercado, a Ultrapar afirmou que os consumidores serão beneficiados pelo negócio.

"A transação permitirá que a estratégia de diferenciação e a excelência operacional da Ultragaz combinados com ativos e a qualidade da rede de revendas da Liquigás criem importantes ganhos de eficiência... gerando benefícios a consumidores, revendedores, clientes e a toda a sociedade", afirmou.

CONCENTRAÇÃO

Analistas do BTG e do Brasil Plural, no entanto, avaliam que o acordo pode sofrer entraves no Cade.

"A aquisição elevaria a fatia de mercado da Ultrapar para 46 por cento", disse o Brasil Plural, em nota a clientes.

A Ultrapar superou dezenas de concorrentes, como a Supergasbrás, subsidiária brasileira da holandesa SHV Holdings, e a turca Argaz.

A Petrobras afirmou que o valor total da venda será corrigido pelo CDI, entre a assinatura e fechamento da operação e estará sujeito a ajustes em razão das variações de capital de giro e da posição da dívida líquida da Liquigás e no fim de 2015 e a data de fechamento da transação.

A dívida bruta da Liquigás em 31 de dezembro de 2015 era de 145 milhões de reais, segundo a nota da Ultrapar.

Segundo a Ultrapar, o seu conselho aprovou também contratar carta de crédito junto ao Bradesco BBI e ao Bradesco em valor equivalente ao preço a ser pago à Petrobras.

Analistas do BTG Pactual disseram mais cedo que a Petrobras está fazendo a venda "em um múltiplo muito bom, maior do que 10 vezes o Ebitda" da unidade, referindo-se ao indicador de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização.


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BIG BROTHER: Parlamento britânico aprova polêmica lei de vigilância



A nova lei permite aos sites manter o histórico de navegação durante um ano e autoriza o acesso do mesmo pelas agências de segurança para facilitar as investigações.

O Parlamento britânico aprovou esta semana uma série de medidas que concedem à polícia e os serviços de inteligência poderes de vigilância que alguns denunciam como os mais extensos de qualquer democracia ocidental.

A Lei de Poderes Investigativos permite, entre outras medidas, aos sites manter o histórico de navegação durante um ano e autoriza o acesso do mesmo pelas agências de segurança para facilitar as investigações.

Edward Snowden, ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos que revelou a extensão do programa de vigilância americano, afirmou que são poderes "que superam os de muitas autocracias".

"A Grã-Bretanha acaba de legalizar o sistema de vigilância mais extremo da história da democracia ocidental", escreveu Snowden no Twitter.

Esta é a principal atualização das leis de vigilância britânicas nos últimos 15 anos e foi aprovada na Câmara dos Lordes. Agora falta apenas a ratificação pela rainha Elizabeth II para entrar em vigor.

A primeira-ministra Theresa May apresentou o projeto de lei em março, quando era ministra do Interior, e o descreveu como uma legislação de "vanguarda mundial", que responde às mudanças no mundo das comunicações on-line.

O texto estabelece um marco legal a poderes já existentes, mas pouco claros, como a intervenção de computadores e telefones celulares, ao mesmo tempo que introduz novas salvaguardas como a necessidade de um juiz para autorizar os "grampos".

Os críticos do texto o apelidaram de "snooper's charter" (algo como lei dos fofoqueiros) e afirmam que, ao facilitar o acesso das autoridades a e-mails, ligações, mensagens de texto e atividades on-line, violam os direitos fundamentais à privacidade.

A ONG Liberty impugnou a legislação ante o Tribunal de Justiça da União Europeia, alegando que é incompatível com a carta de direitos humanos. A decisão deve ser anunciada no próximo ano.

"A aprovação da lei dos fofoqueiros pelo Parlamento é uma notícia triste para a liberdade britânica", criticou a diretora da ONG, Bella Sankey.

"Sob o pretexto do antiterrorismo, o Estado conseguiu obter poderes de vigilância ao estilo totalitário, o sistema mais invasivo jamais imposto a uma democracia na história da humanidade", completou.

"Possui a faculdade de hackear, interceptar, registrar e monitorar as comunicações e o uso da internet de toda a população".




Jim Killock, diretor executivo do Open Rights Group, advertiu que o impacto da legislação vai além da Grã-Bretanha.

"É possível que outros países, incluindo regimes autoritárias com desempenho pobre em termos de direitos humanos, usem esta lei para justificar seus próprios poderes de vigilância", disse Killock.


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Escola de exorcistasna Argentina ensina como espantar o diabo



O bispo Manuel Acuña (E) participa de ritual na paróquia Bom Pastor, em Santos Lugares, nos arredores de Buenos Aires, em 6 de setembro de 2016Mais

Com um crucifixo levantado, borrifos de água benta, orações cheias de fervor e o olhar fixo no possuído, Manuel Acuña dá a sua receita para espantar o diabo na sua escola para consultores em exorcismo na Argentina, a primeira da América Latina.

"Deus me colocou neste caminho, eu não escolhi ser exorcista. Ser exorcista é um chamado, o chamado de Deus a trabalhar na infantaria entre os seus", diz Acuña, um bispo luterano que diz ter realizado o maior exorcismo do mundo.

Acuña, de 54 anos, oferece suas missas de cura contra feitiços e malefícios em uma pequena e modesta paróquia em Santos Lugares, um bairro de classe média baixa na periferia de Buenos Aires.

Lá, na paróquia O Bom Pastor, assegura ter realizado "o maior exorcismo do mundo" em 2015, o de Laura, que tinha passado 10 dos seus 23 anos internada em um hospital psiquiátrico e hoje "está perfeitamente bem de saúde".

Com um cheiro penetrante de incenso, o bispo recebe a AFP diante do altar onde repousam estatuetas do arcanjo São Gabriel, o "exorcista invisível", e do arcanjo São Rafael, padroeiro da saúde.

Há 35 alunos, todos adultos, cursando a carreira de Parapsicologia, Angelologia e Demonologia, por uma mensalidade de 700 pesos (47 dólares) para obter em três anos o título de Consultor Exorcístico.

"Aprender todas as ferramentas é uma forma de poder combater" o diabo, afirma Luciana Jeaume, de 38 anos, que desde pequena se interessa por bruxaria e feitiçaria, e que hoje é aprendiz de exorcismo.

O programa inclui aulas de filosofia, psicologia e antropologia, assim como de xamanismo, interpretação de fenômenos paranormais e demonologia, que "estuda o caráter e a função do diabo e de todos os demônios", explica Acuña.

Encarar o diabo

O bispo, que é conhecido como "padre Manuel", diz que em 4 de abril de 2001, uma menina de 15 anos começou a rastejar e a falar em outras línguas em plena missa. Apesar da adolescente pesar apenas 40 kg, Acuña precisou de outras oito pessoas para carregá-la. Aquele dia fez o seu primeiro exorcismo, e desde então realizou outros 1.200, conta.

"Não tive medo. Nesse dia troquei cartas de apresentação com o diabo", diz Acuña, que pertence à Associação de Igrejas Evangélicas Luteranas Independentes, com sede em Nova York.

Enquanto fala, o "bispo exorcista", como se apresenta, ergue a cruz de madeira que utiliza nas missas de cura, a mesma que usou no exorcismo de Laura, e a que Deus lhe "mostrou em um sonho", afirma.

Uma vez por mês, Acuña convoca um ritual contra feitiços e malefícios, e a presença de centenas de fiéis obriga a fechar a rua. Entre eles, se produzem "manifestações diabólicas", com gritos e desmaios. Uma mulher cospe sangue, constata a equipe da AFP. "É porque houve um pacto com sangue animal", explica o bispo.

Em um corredor, dezenas de fotos mostram o anfitrião ao lado de celebridades nacionais e em suas aparições midiáticas. Também aparece junto ao então padre argentino Jorge Bergoglio, hoje papa Francisco, embora os luteranos não respondam ao Vaticano.

"O mistério do invisível pode exercer fascínio em alguns, mas também muitas críticas. Não somos ingênuos, fui chamado de todos os nomes possíveis", revela.

O pastor Esteban Tronovsky, da Igreja Evangélica Luterana Argentina, que não apoia o exorcismo, considera que esta prática não se aprende.

"Há questões que vão além do simples conhecimento, que estão subordinadas ao mandato de Deus", diz, ao deixar claro a sua distância em relação a esta escola, assim como fizeram outras três congregações luteranas consultadas pela AFP.

Aprendizes

A nova carreira busca que a prática exorcística seja aprendida por pessoas comuns. Entre os alunos há donas de casa, advogados, um escritor e um arquiteto.

"O consultor exorcístico vai estar em condições de determinar onde há uma manifestação diabólica, uma possessão, uma opressão, uma obsessão ou um malefício" e poder "fazer prevenção espiritual", explica Acuña.

Na paróquia transformada em sala de aula, o aluno Eduardo Klinec segura uma vela e explica aos seus colegas de curso como acendê-la para uma cura. É a sua prova final de velomancia (adivinhação com velas), em frente ao parapsicólogo Alejandro Morgan, o professor, um ex-jogador de futebol cujos conhecimentos de ocultismo vieram da sua avó.

"O medo e o ceticismo vão embora com o conhecimento", afirma Klinec, informático de 53 anos que busca compensar "o racional, a lógica e o material" do seu trabalho.

Os estudantes exploram também a radiestesia (percepção de radiações eletromagnéticas) e os eneagramas, um sistema de análise de personalidade.

"Me sinto abençoada por poder fazer, nesta idade, esta carreira que está me dando respostas a muitas experiências de vida que ninguém sabia me dar", afirma Gloria Sánchez, aposentada de 60 anos, que estudou psicologia social e terapias alternativas.









FONTE:
https://br.noticias.yahoo.com/escola-exorcistas-argentina-ensina-espantar-diabo-201420525.html

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ATENÇÃO: Baseado em seus rastros na web, sistema consegue prever seu futuro



A tecnologia pode prever o futuro? Uma nova ferramenta promete que sim. Baseada em uma combinação dos rastros de dados deixados por cada usuário na web e nos mais de 2,5 bilhões de gigabytes de informações de usuários da internet que são fornecidos por dia, a Predictive World promete determinar detalhes de sua vida, incluindo sua altura, sua aparência e até as chances que você possui de começar a fumar maconha nos próximos anos.




Para começar a receber as “previsões” da ferramenta, basta fazer login no Facebook. Ela utilizará dados como idade, sexo e páginas que você curtiu e vai combiná-los com dados de demografia locais para criar um perfil bastante preciso. É possível até saber quais as chances de você morrer ainda este ano.

O projeto é uma parceria entre a Universidade de Cambridge e o a Ubisoft para desenvolver o jogo Watch Dogs 2. Para acessar seu perfil e ver o quanto o sistema é capaz de acertar, clique aqui.


FONTE:
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ALERTA: Quão perigosa é a radiação de celulares e como você pode se proteger

Nós acordamos com ele, nos comunicamos por meio dele e trabalhamos com ele. Às vezes, acordamos no meio da noite para consultá-lo. E se o perdemos ficamos sem saber o que fazer. 

O mundo de hoje é inimaginável sem o telefone celular. Tanto é que muitos ficam obcecados pelo aparelho.

Mas, nos últimos anos, com o aumento dos casos de câncer - uma das principais causas de morte em todo o mundo - vêm crescendo as preocupaçõs sobre as possíveis ligações entre os celulares e o risco de desenvolver tumores malignos.



© Getty Images O debate sobre os riscos do celular para a saúde ainda não tem claras conclusões

"Nas últimas décadas foi realizado um grande número de pesquisas para analisar se as ondas de rádio frequência (RF) colocam em risco a nossa saúde", disse à BBC Emilie van Deventer, diretora do Programa de Radiação do Departamento de Saúde Pública, Meio Ambiente e Determinantes da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS).

"À medida que mais ondas de RF têm aparecido em nossas vidas, a questão a ser resolvida é se existem efeitos adversos por parte de celulares, torres de telefonia ou conexões wi-fi a níveis de exposição ambiental."

Van Deventer diz que as pesquisas também tentam analisar problemas de fertilidade e hipersensibilidade.

Mas até agora, a resposta tem sido ambígua.
'Riscos Potenciais'

As ondas de RF dos celulares são "uma forma de energia eletromagnética que está entre ondas de rádio FM e as microondas. E é uma forma de radiação não-ionizante", explica em seu site a Sociedade Americana Contra o Câncer (ACS, na sigla em inglês).

De acordo com a organização, essas ondas "não são fortes o suficiente para causar câncer", porque, ao contrário dos tipos mais potentes de radiação (ionizantes), não podem quebrar ligações químicas no DNA.



© Getty Images Mobile World Congress 2016

Isso só aconteceria, eles explicam, em níveis "muito altos", tais como em fornos de microondas.

No entanto, a questão está sendo revista. Emilie van Deventer - autora de cerca de 50 publicações científicas sobre radiações não-ionizantes - diz que a OMS está investigando o tema novamente.

Embora faltem provas, é certo que há "potenciais riscos a longo prazo", especialmente relacionados a tumores na cabeça e pescoço, diz a especialista.

A ACS também aborda esta questão: "Quanto mais próximo estiver a antena (do celular) da cabeça, espera-se que maior seja a exposição da pessoa à energia de RF", adverte.
Taxa de absorção específica e outros sinais

Quando os tecidos do nosso organismo podem absorver essa energia, os especialistas chamam isso de "taxa de absorção específica" (ou SAR, na sigla em inglês).



© Getty Images A torres de telefonia também emitem energía electromagnética.

Cada celular tem seu nível SAR que, em geral, pode ser encontrado no site do fabricante. Nos Estados Unidos, o nível máximo permitido é de 1,6 watts por quilograma (W/kg).

No entanto, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA, adverte que "comparar valores de SAR entre telefones pode causar confusão", porque essa informação é baseada no funcionamento do aparelho em sua potência mais elevada, e não o nível de exposição em uso normal.

Mas também há pesquisas que associam o uso do telefone celular com câncer de pele e câncer de testículo.

Para fazer essas análises, os pesquisadores usam dois tipos de estudos: de laboratório (com animais) e em pessoas (comparando as taxas de câncer).

O problema, explica Van Deventer, é que "muitos cânceres não são detectáveis até muitos anos após as interações que causaram o tumor, e como o uso de celular não foi popularizado até os anos 1990, estudos epidemiológicos só podem avaliar os cânceres que se fizeram evidentes em períodos de tempo mais curtos".

Até agora, o maior estudo já realizado é o Interphone, uma investigação em grande escala que foi coordenado pela OMS por meio de sua Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC, na sigla em inglês), na qual os dados de 13 países, incluindo Reino Unido, Austrália, Japão e Canadá foram analisados.

O estudo analisou o uso de celular em mais de 5.000 pessoas com tumores cerebrais e em um grupo similar de pessoas sem tumores.

"Nenhuma ligação foi encontrada entre o desenvolvimento de gliomas e meningiomas (tumores cerebrais) e o uso de telefones celulares por mais de 10 anos", diz Van Deventer.

"Mas há indicações de um possível risco de gliomas entre os 10% das pessoas que disseram ter usado seus telefones com mais frequência, embora os pesquisadores concluíssem que erros retiraram força destes resultados", acrescentou o especialista.

No final, IARC classificou as radiofrequências eletromagnéticas como "possíveis cancerígenos para os seres humanos", uma categoria "utilizada quando a relação causal é considerada confiável, mas as oportunidades, distorções ou confusões não podem ser razoavelmente geridos", diz Van Deventer.




© Getty Images As ondas de radiofrequência dos celulares são de baixa potência, mas seu impacto na saúde preocupa os cientistas.

Essas limitações têm a ver com a nossa dificuldade em lembrar quantas vezes usamos o telefone durante uma década e também com a mudança de uso do celular ao longo do tempo, e as complicações no estudo de cânceres cerebrais.




© Getty Images Segundo especialistas, uso de celular tem "riscos potenciais a longo prazo"

Mas a questão permanece sobre a mesa (e no laboratório) de cientistas de todo o mundo.

A OMS espera publicar, até ao final de 2017, uma "avaliação de risco formal" sobre esta questão, conta Van Deventer.

Também é preocupante a vulnerabilidade especial das crianças, porque seus sistemas nervosos ainda estão em formação.

Já se realizou um estudo em grande escala sobre o assunto e há outro em curso na Austrália, cujos resultados serão publicados em breve.




© Getty Images O uso do celular se popularizou nos anos 1990

Medidas de prevenção

Enquanto isso, alguns dizem que é melhor prevenir do que remediar.

Nesse sentido, Van Deventer recomenda o seguinte:

- Usar fones de ouvido ou deixar o celular no viva-voz, para mantê-lo longe de sua cabeça

- Limitar o número e a duração das chamadas

- Usar o telefone em áreas de boa recepção, pois isso faz com que o celular transmita com uma potência de saída reduzida

A Sociedade Americana do Câncer recomenda enviar mais mensagens do que ligar e limitar o uso do celular. Outra opção é escolher um telefone com um valor de SAR reduzido (menos níveis de ondas de RF).

Mas nem todas as prevenções são bem-vindas pela ciência.

"O uso de protetores de celular para absorver a energia de radiofrequência não se justifica e a eficácia de muitos dispositivos comercializados para reduzir a exposição não foi comprovada", diz Van Deventer.


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