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domingo, 10 de dezembro de 2017

DITADURA GAY: Livros com ideologia de gênero para crianças se popularizam - A liberação da PEDOFILIA é questão de tempo

“Crianças podem brincam de ser um dragão sem querer se tornar um deles", lembra presidente de 

Livros com ideologia trans para crianças se popularizam



Quase todo o discurso dos ativistas LGBT no Brasil é uma versão do que é feito no hemisfério Norte. Seja advinda da Europa ou dos Estados Unidos, a agenda de lá inevitavelmente ganha uma versão por aqui.

A mais nova denúncia dos cristãos europeus é sobre os livros infantis que encorajam as crianças a questionar seu gênero desde pequenas. Esse tipo de material está sendo adotado por creches e escolas de ensino primário em vários países.

Um dos mais recentes a causar polêmica é “O Cavalo e seu Pai”, que conta a história de um cavalo que deseja ser um cachorro e se comporta como tal. O dono do cavalo é um homem que se veste de mulher e usa maquiagem.

O grupo LGBT da Inglaterra “Educar & Celebrar”, vem promovendo a adoção desses livros por um número cada vez maior de instituições de ensino, com a chancela do governo.

Entre os títulos mais populares estão “Apresentando Teddy”, sobre um “urso de pelúcia transgênero”, e “Você é uma menina ou um menino?”, sobre uma criança não binária.


Para as crianças um pouco mais velhas é recomendado “Graciosamente Grayson”, a história de um menino que é “uma garota presa num corpo do gênero errado”.

Além de promover os livros, o Educar e Celebrar oferece instrutores para “ajudar” os professores a trabalhar essa temática na sala de aula.

Chris McGovern, presidente da ONG cristã Campanha para a Educação Real, criticou o uso de material pró-transexuais, dizendo que era “prejudicial e cruel” para as crianças pequenas. “Eles estão infligindo as neuroses dos adultos sobre gênero em crianças que não estão interessadas nisso. As crianças não têm problemas com questões de sexo nessa idade em 99,9% dos casos.

“Os adultos precisam parar de pensar que as crianças veem o mundo do mesmo jeito que eles. Ora, elas podem brincar de ser um duende num dia, um dragão no próximo, sem querer se tornar um deles”, enfatiza.

Por sua vez, Ciaran Kelly, porta-voz do Instituto Cristão, acrescentou: “[ativistas LGBT] querem usar as crianças como cobaias em suas tentativas de normalizar essa ideologia perigosa. Deixe as crianças serem crianças. Nossas crianças devem ser encorajadas a serem felizes de ver como Deus as criou, não serem convencidas que estão, de alguma forma, ‘presas no corpo errado’”.

Disponíveis no Brasil

Traduzidos ou escritos por autores nacionais, alguns títulos que apresentam a ideologia transgênero ou falam sobre homossexualidade para crianças já estão disponíveis no Brasil.

É possível que algum deles esteja disponível na biblioteca da escola de seu filho. Destacamos alguns para mostrar a maneira como a questão vem sendo apresentada às crianças.


Ceci e o vestido do Max, de Thierry Lenain

Sinopse: Max quer de todo jeito que Ceci use um lindo vestido de princesa, cheio de laços e fru-frus. Mas ela odeia essas coisas de menina e decide que só vai experimentá-lo se Max fizer o mesmo antes.


Do jeito que a gente é, de Márcia Leite

Sinopse: As experiências de Chico, um adolescente que está tentando se assumir gay, e de Beá, uma garota que detesta a própria aparência, põem em pauta assuntos importantes.


Olívia tem dois papais, de Márcia Leite

Sinopse: A curiosa menina Olivia tem dois pais. Um brinca de bonecas com ela; o outro sabe cozinhar. Ela fica intrigada com isso. Surge outra dúvida: Quem vai lhe ensinar a usar maquiagem e salto alto se nenhuma mulher mora com eles três?

O menino de vestido, de David Walliams

Sinopse: Abandonado pela mãe, Dennis vive com o pai deprimido, que proibiu abraços dentro de casa, e o irmão mais velho, com quem não se entende muito bem. Ele gosta de admirar os vestidos das modelos na Vogue, embora prefira manter isso em segredo. Certo dia, Dennis vai à aula usando um vestido, passando-se por uma estudante de intercâmbio francesa. Mas nem tudo sai como o esperado, e logo o disfarce do menino é descoberto, causando grande alvoroço na escola e virando tudo de ponta cabeça. Agora, ele precisará da ajuda dos amigos para mudar a forma de pensar de alguns adultos e colocar sua vida de volta nos trilhos.


A história de Júlia e sua sombra de menino, de Christian Bruel, Anne Galland e Anne Bozellec

Sinopse: Os pais de Júlia não gostam nada, nada dos modos da filha: dizem que ela se parece com um menino em tudo que faz. Quando a sombra de Júlia fica igualzinha a de um menino, ela se sente triste e começa a questionar sua identidade.


A arte de ser normal, De Lisa Williamson

Sinopse: David Piper tinha oito anos quando foi questionado pela professora sobre o que queria ser quando crescesse. Só percebeu que havia algo de diferente em sua resposta quando os colegas começaram a dizer o que queriam ser: atriz, jogador de futebol, primeiro-ministro… Apesar disso, leu em voz alta o que havia escrito: “Quero ser uma menina.” O tempo passou, David cresceu (mais do que gostaria), mas mesmo agora, aos 14 anos, continua com o mesmo desejo, compartilhado apenas com Essie e Felix, seus melhores e únicos amigos.


Meu nome é Bruno, de Michel Cornélio

Sinopse: O livro conta as aventuras de um garoto negro que não se enxerga como Bruna, mas sim como Bruno. A história, apesar de ser infantil, também explora a relação dele com os pais e amigos de colégio. De como o apoio dos pais é fundamental. E de como é importante os amigos entenderem e respeitarem.


A princesa e a costureira, de Janaína Leslão

Sinopse: A jovem Cíntia está prometida para um príncipe do reino vizinho, porém se apaixona pela costureira responsável por confeccionar seu vestido de noiva.


Joana princesa, de Janaína Leslão

Sinopse: A trama fala de uma princesa adolescente que foi chamada de príncipe João ao nascer e que começa a refletir sobre a sua identidade de gênero na adolescência.



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Rabinos ligam reconhecimento de Jerusalém com Terceiro Templo


Movimento Unidos Pelo Templo diz que os gentios “são parte essencial do processo de reconstrução"




A proclamação histórica do presidente Donald Trump na quarta-feira (6), reconhecendo Jerusalém como a capital do povo judeu foi um passo importante para estabelecer o Terceiro Templo e acelerar a vinda do messias, acreditam rabinos e lideranças judaicas que trabalham pela reconstrução do Terceiro Templo.

“O que ele fez foi um passo enorme para a chegada do Templo”, disse Asaf Fried, porta-voz do Movimento Unidos pelo Templo, uma associação de organizações que tentam tornar o Terceiro Templo uma realidade.

Em entrevista ao site Breaking Israel News, explicou que “Isto necessariamente precisava partir de um não-judeu para envolvê-los no processo e para que eles possam assumir sua parte no Templo”.

Fried comparou o papel de Trump com o de Ciro, o rei persa que pôs fim ao exílio babilônico e ajudou a construir o Segundo Templo. Ele lembrou de Provérbios 21:1, que diz: “O coração do rei é como um rio controlado pelo Senhor; ele o dirige para onde quer”.

Yakov Hayman, presidente do Unidos pelo Templo, viu a declaração do presidente americano como parte de uma progressão histórica que se junta a uma série de mudanças importantes na história moderna de Israel. “Em 1917 tivemos a Declaração de Balfour que restabelecia Israel entre as nações da terra. Cem anos depois, em 2017 temos a declaração de Trump”, comparou.

Ele diz acreditar que é uma questão de tempo até que os não-judeus façam outra declaração semelhante, reconhecendo o Monte do Templo como o local do templo dos judeus. Também entende que, para o projeto avançar, era necessária essa união. “Quando os judeus e os não-judeus se unirem em massa, o novo Templo será inevitável”, enfatiza.

Hayman sabe que ainda faltam muitas etapas nesse processo complexo, com judeus e não judeus desempenhando diferentes papéis enquanto buscam um objetivo mútuo.

“O povo de Israel está voltando às suas raízes, ao mesmo tempo que os não-judeus do mundo estão percebendo a autenticidade de nossa reivindicação ao Monte do Templo e nosso direito de construir um Templo judaico como Casa de Oração para Todas as Nações”, enfatizou Hayman. Segundo o seu movimento, os não judeus “são uma parte essencial do processo”. No templo de Salomão havia um lugar destinado a eles, chamado de “pátio dos gentios”. Algumas traduções usam o termo “átrio” para se referir ao mesmo local, que rodeava o santuário.

“Nossa tarefa é agir como sacerdotes para tornar o mundo inteiro santo”, lembrou Hayman, citando o Êxodo 19:6. “Isso só acontecerá com um Templo em Jerusalém”, enfatizou. “O próximo passo, o mais importante, deve ser tomado pelos judeus. Nós precisamos reunir muitas pessoas para começar a subir para o Monte do Templo com frequência. Uma vez que fizermos isso, o Templo será o próximo passo inevitável”.

Sua avaliação da personalidade do presidente americano é que se trata de uma figura única: “Há algo muito especial e até sagrado em Trump. Às vezes, ele parece grosseiro e não conectado à religião, mas toda vez que se dirige à sua nação, fala sobre Deus. Na noite passada, disse que reconhecia Jerusalém porque esta era a coisa certa. É exatamente assim que um líder guiado por Deus deve falar”.

O rabino Hillel Weiss, porta-voz do Novo Sinédrio, mostrou-se cauteloso, mas otimista. “Um ano atrás, o Sinédrio pediu a Trump para construir o Templo como Ciro fez há 2.000 anos”, “Ele claramente manifestou-se nesta direção, mas ainda há um longo caminho a percorrer e muitas armadilhas que podem impedir que isso aconteça logo”.

Weiss admite que há questões complexas que precisam ser resolvidas. “O Monte do Templo ainda não é um problema resolvido e as Nações Unidas estão trabalhando duropara tentar convencer o mundo de que os judeus não têm direito a ele”, encerrou.


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sábado, 9 de dezembro de 2017

A promessa de Deus a Josué será cumprida sobre Trump, dizem rabinos de Israel


Mais de 250 rabinos israelenses enviaram uma carta ao presidente dos Estados Unidos, declarando sua gratidão após o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.



Bandeiras israelense e americana foram exibidas no muro da Cidade Velha de Jerusalém. (Foto: Yontan Sindel/Flash90)

Mais de duzentos rabinos israelenses enviaram uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarando sua gratidão e a bênção de Deus após o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

O presidente do Conselho Regional de Samaria, Yossi Dagan, enviou uma carta à Casa Branca expressando a gratidão de aproximadamente 250 rabinos israelenses. “Você tem o privilégio raro de ser o primeiro presidente a liderar o reconhecimento de Jerusalém como a eterna capital do Estado de Israel”, escreveram os rabinos.

“Nós merecemos viver numa geração em que as profecias estejam sendo cumpridas, uma após a outra”, continuou a carta, enfatizando que Trump está desempenhando seu papel nesse processo. “Os presidentes da América mereceram estar juntos com Israel ao cumprir a profecia do retorno a Sião e a construção do Estado de Israel”.

A carta foi concluída com as seguintes palavras: “Temos certeza de que você será lembrado na história do povo judeu para sempre como alguém que ficou em pé e não teve medo. Que a promessa de Deus a Josué seja cumprida sobre você”.

A mensagem ao presidente americano foi finalizada com um trecho bíblico do livro de Josué 1:1-9, quando Deus determinou bênçãos ao novo líder que levaria o povo judeu para a Terra Prometida.

“Nós vemos esse reconhecimento como mais uma etapa na implementação da profecia de Isaías para os não-judeus”, disse em uma declaração à imprensa Shmuel Eliyahu, rabino-chefe da cidade de Safed, na Galileia e iniciador da carta.


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Segundo Stephen Hawking, se não tivermos um “governo mundial”, a tecnologia irá nos destruir - O Império do ANTICRISTO vem aí....




Stephen Hawking falou anteriormente que a inteligência artificial pode ficar tão poderosa que será capaz de acabar com a humanidade, mesmo sem intenção. Imagem: GettyMais

Stephen Hawking afirmou que a tecnologia precisa ser controlada para que não acabe destruindo a espécie humana.

O mundialmente renomado físico, que já abordou os perigos da inteligência artificial em outras ocasiões, acredita que precisamos estabelecer uma forma de identificar ameaças rapidamente, antes que elas tenham a chance de aumentar.

“Desde que a civilização começou, a agressão tem sido útil e definitivamente trouxe vantagens para a sobrevivência,” disse ele ao The Times.

“Isso está inserido em nossos genes, pela evolução descrita por Darwin. Agora, no entanto, a tecnologia avançou num ritmo tão intenso que esta agressão pode nos destruir através de guerras nucleares ou biológicas. Precisamos controlar este instinto herdado com nossa lógica e razão”.

Ele sugere que “alguma forma de governo mundial” pode ser ideal para lidar com este problema, mas entende que esta solução também pode acabar criando novos conflitos.

“Isso pode se transformar em uma tirania,” acrescentou. “Este panorama pode parecer um pouco carregado de desgraças, mas eu sou um otimista. Acho que a humanidade estará pronta para enfrentar estes desafios”.

Em um “Ask Me Anything” (Pergunte-me qualquer coisa, em português) do Reddit, em 2015, Hawking disse que a inteligência artificial poderia se tornar tão poderosa que seria capaz de nos matar, mesmo de forma intencional.

“O verdadeiro risco da inteligência artificial não é a maldade, mas a competência,” disse o Prof. Hawking. “Um robô muitoINTELIGENTE será extremamente bom em alcançar seus objetivos, e se estes objetivos não estiverem alinhados com os nossos, teremos problemas”.

“Provavelmente você não odeia formigas e nem pisa nelas por maldade, mas se você tem o controle de um projeto sustentável de energia hidrelétrica e há um formigueiro na região que será alagada, vai ficar ruim para as formigas. Não podemos colocar a humanidade na posição destas formigas”.

Elon Musk, CEO da Tesla, demonstrou ter umPONTO de vista semelhante, alertando-nos recentemente para o fato de que os humanos correm o risco de se tornar irrelevantes.

“Com o tempo, acho que nós provavelmente veremos uma união maior da inteligência biológica e da inteligência digital,” disse ele, sugerindo que as pessoas podem se fundir com as máquinas no futuro, a fim de acompanhá-las.

Aatif Sulleyman

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Nova CNH terá chip, 'cara' de cartão de crédito e integração com outros países - A Marca da Besta Vem aí....




Nova CNH vai mudar novamente e adotar o formato de "cartão inteligente" até janeiro de 2019

A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vai mudar novamente e adotar o formato de cartão de plástico com microchip até 2019, de acordo com uma nova resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) a ser publicada nesta semana.

Os órgãos e entidades executivas de trânsito do país têm até o dia 1º de janeiro de 2019 para adequar os procedimentos à adoção do novo modelo de CNH.

Os motoristas que tiverem o documento ainda dentro da validade em papel não precisarão fazer a troca, que ocorrerá no momento de renovação. O valor das emissões será definido pelos Detrans dos Estados e do Distrito Federal.

De acordo com o órgão, a atualização reduzirá as chances de fraude e terá integração com outros países. O cartão se assemelha a um cartão de crédito convencional, com chip que possibilita a inserção de dados dos condutores e amplia as formas de utilização do documento.

Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) que fará o controle do acesso aos dados gravados no chip, não há risco de leitura de dados sigilosos do condutor.

Entre as alternativas para uso do novo documento estão o pagamento de pedágio e transporte público, o controle de acesso a prédios e universidades e a identificação biométrica que poderá usar as digitais contidas no chip para validação de identidade em bancos e serviços públicos, por exemplo.
Divulgação 



Nova CNH vai adotar o formato de "cartão inteligente"; na imagem, a parte de trás do documento


FONTE:



CNH terá novo formato a partir de 2019



Trânsito

O documento passa a ser um cartão de plástico e com chip

A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) terá um novo formato a partir de janeiro de 2019. O documento, atualmente de papel, será semelhante a um cartão de crédito, de plástico e com chip, para aumentar a segurança e evitar fraudes. 

Além da resistência e da alta durabilidade, a nova CNH considera a possibilidade de inserção de dados e informações relativas aos condutores nos chips, bem como facilita acesso a certificados digitais. Ela amplia as possibilidades de utilização dos documentos, a consulta e a verificação de inúmeros dados.

Os motoristas também poderão usar o documento para pagamento de pedágio, de transporte público e para controle de acesso (prédios públicos, universidades, estacionamentos etc.). Por outro lado, a fiscalização dos órgãos competentes poderá ser mais rápida. 
Divulgação: Ministério das Cidades
 


Até 1º de janeiro de 2019 os órgãos e as entidades executivas de trânsito dos estados e do Distrito Federal deverão adequar seus procedimentos para adoção do novo modelo da CNH.



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DITADURA GAY MUNDIAL: Parlamento australiano aprova casamento entre pessoas do mesmo sexo

O Parlamento australiano aprovou hoje o projeto lei sobre a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a última iniciativa legislativa para que as uniões se possam celebrar no país.



ACâmara Baixa aprovou hoje o projeto do senador liberal Dean Smith que tinha sido apresentado na semana passada no Senado.

A iniciativa foi apresentada depois de ter sido realizada uma consulta popular através dos correios (não vinculativa) em que a maioria dos participantes se mostraram favoráveis ao casamento entre duas pessoas do mesmo sexo sendo que o reconhecimento definitivo fica apenas dependente da ratificação protocolar por parte do governador geral.

"Que grande dia, que grande dia para o amor, para a igualdade e para o respeito. A Austrália conseguiu!", disse o primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull antes da votação.

O líder da oposição, Bill Shorten afirma na mesma altura que "a Austrália do futuro começa com o que for feito hoje".

A lei foi recebida por uma ampla maioria pois apenas quatro legisladores votaram contra.

A aprovação do projeto lei na Câmara Baixa foi recebida com aplausos e nas galerias os cidadãos presentes entoaram a canção "We are australians" ("Nós somos australianos").

Vários deputados levavam bandeiras com as cores do arco-íris, símbolo da comunidade LGTBIQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e "Queres") enquanto no exterior do edifício uma multidão aguardava o momento da votação.

"A reforma histórica vai entrar em vigor no sábado, dia 09 de dezembro de 2017", refere um comunicado do procurador-geral da Austrália, George Branis, citado pela cadeia de televisão e rádio ABC.

A reforma que faz da Austrália o vigésimo quinto Estado que legaliza os casamentos entre pessoas do mesmo sexo altera a última lei de matrimónios australiano que data de 1961.



FONE:
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Merkel se opõe à decisão de Trump sobre Jerusalém




A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou nesta quinta-feira (7) que o status da cidade de Jerusalém deve ser negociado no contexto de uma solução de dois estados.

"É claro que, no âmbito da negociação de uma solução de dois estados, o status de Jerusalém também precisa ser tratado. É por isso que queremos que este processo seja retomado, mas não concordamos com a decisão de ontem a este respeito", afirmou Merkel.

A chanceler também afirmou que a Alemanha apoia as resoluções das Nações Unidas para lidar com a disputa entre Israel e Palestina.




Na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu Jerusalém como capital de Israel e pediu a transferência da embaixada estadunidense de Tel Aviv para a cidade. A comunidade internacional fez vários apelos para que Trump não tomasse essa decisão. 

A medida é polêmica já que israelenses e palestinos requerem o domínio da cidade. 

África

Merkel fez os comentários após reunir-se com o primeiro-ministro da Líbia, Fayez Serraj. Ela afirmou que enfatizou a necessidade das "imagens chocantes" de sofrimento que são registrados no país africano devem ser melhoradas. 

Entre 400 e 700 mil migrantes vivem em condições "desumanas" no país, segundo a União Africana. A Líbia é um dos principais portos para quem pretende migrar para a Europa e a própria Organização das Nações Unidas (ONU) já reconheceu que a escravidão é uma "realidade chocante" no país.



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Entenda como o Brasil dará perdão fiscal de R$ 576,75 bilhões às petroleiras estrangeiras





Apenas nos próximos três anos, o Governo Federal poderá deixar de arrecadar R$ 576,75 bilhões caso o Senado confirme a decisão da Câmara e aprove a Medida Provisória 795 - que estabelece regras de tributação especiais para as petroleiras estrangeiras.

A MP foi editada por Michel Temer (PMDB) sob a justificativa que era necessária para tornar os leilões de campos do pré-sal mais atrativos. Com os benefícios fiscais, o leilão teria mais interessados.

Toda essa movimentação aconteceu de maneira relativamente despercebida — até o jornal The Guardian publicar que o Governo britânico fez lobby em favor de suas petroleiras.

A Sputnik explica quatro pontos-chave para entender a MP 795.

Como funciona a exploração de petróleo no Brasil?

Por mais de quatro décadas, o petróleo brasileiro foi uma exclusividade da Petrobrás. O monopólio começou em 1953, quando o então presidente Getúlio Vargas criou a empresa, e foi até 1997, quando Fernando Henrique Cardoso assinou a Lei do Petróleo.

A legislação abriu o mercado nacional de pesquisa, exploração, produção e refino de petróleo e gás natural para empresas estrangeiras.

Entre indas e vindas legislativas, existem dois modelos de exploração de petróleo de maneira privada no Brasil hoje:




Concessão: o petróleo é explorado por uma empresa que assume os riscos de pesquisa e de investimentos. Essa empresa passa a ser a proprietária do petróleo que extrai. Em contrapartida, o Estado recebe pagamentos na forma de royalties.

Partilha: o petróleo é dividido entre Petrobrás e as outras empresas envolvidas na iniciativa — que ficam com uma porcentagem da produção determinada por contrato. Até o final de 2016, a Petrobrás era obrigada a ser a operadora dos campos de pré-sal e ter um mínimo de 30% de participação em todas as operações. Mas essa situação foi alterada por uma lei aprovada pelo Congresso Nacional.

O modelo de partilha foi utilizado no leilão de oito áreas do pré-sal realizado no final de novembro. Foram arrematadas seis delas, o que rendeu um bônus de assinatura de R$ 6,15 bilhões — uma quantia essencial para garantir a manutenção da meta fiscal.

A participação da Petrobras neste campos varia entre nenhuma até 80%.

Como foi lobby das petroleiras estrangeiras?

A preocupação das petroleiras britânicas com os impostos e as regras de utilização de material nacional foi transmitida pelo ministro de comércio do Reino Unido, Greg Hands, em três reuniões em março de 2017 com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa.



Pedrosa garantiu que as preocupações britânicas estavam sendo transmitidas ao Governo brasileiro. Temer editou a MP 795 em agosto.

O teor das reuniões entre Hands e Pedrosa foi descoberta por meio de uma correspondência diplomática obtida pela ONG Greenpeace através da lei de transparência britânica.

Após a publicação do relato, Pedrosa afirmou à imprensa nacional que a conversa com Hands foi uma "discussão normal entre representantes de dois países".

O que é um benefício fiscal?

Benefício fiscal é regime de impostos diferenciado, com descontos, utilizado para fomentar algum setor da economia que o Estado deseja incentivar. Trata-se de uma ferramenta utilizada por vários países do mundo.

O professor do Instituto de Economia da Unicamp Francisco Lopreato esclarece que o uso de benefícios fiscais não é uma novidade no Brasil, já que a prática é utilizada desde os governos da ditadura civil-militar (1964-1985) para incentivar a indústria nacional. Lopreato, entretanto, esclarece que a MP de Temer é diferente:

"O uso desses incentivos fiscais com o setor petroleiro não tem nada a ver com a indústria nacional. Não tem nada a ver com uma proposta de alavancagem do setor industrial como uma forma de expandir o crescimento industrial e do país. Pelo contrário, os incentivos fiscais vão reduzir a atividade do setor industrial brasileiro porque favorecem a importação de vários produtos, não só os sofisticados como também os mais simples", afirmou Lopreato em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil.

Como fica a indústria nacional?

Outro ponto alterado por Temer é a suspensão de impostos para importação de equipamentos utilizados pelas petroleiras para a exploração de petróleo em solo nacional.

As empresas estrangeiras vão deixar de pagar imposto de importação, IPI, PIS-importação e COFINS-importação para os equipamentos utilizados na exploração de petróleo. Caso eles não sejam utilizados dentro de quatro anos, a cobrança será feita com juros.

Até mesmo produtos de baixo valor agregado, como materiais de embalagem, terão isenção de impostos.



A medida recebeu críticas da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq):

"O setor já está praticamente sem serviço, devido à falta de encomendas e à redução dos investimentos da Petrobras. Então, a tendência é que sucumba caso equipamentos que têm similar nacional possam ser importados sem impostos", afirmou o presidente da ABIMAQ, José Velloso, em entrevista à Folha de Pernambuco. 

Luiz Pinguelli Rosa, professor de planejamento energético da UFRJ, também não concorda com a isenção de impostos. Para ele, a isenção deveria atingir equipamentos específicos e não ser ampla da maneira como está desenhada atualmente.

"[A nova regra] impede que os recursos de produção de recursos sejam internalizados, novamente atendendo aos interesses das empresas estrangeiras. São atividades industriais que não vão ser mais feitas no Brasil, mas sim em outros países. É uma atuação totalmente contrária aos interesses brasileiros", afirmou o professor da UFRJ em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil.

Já o professor do Instituto de Economia da Unicamp Francisco Lopreato acredita que Temer desempenha uma "não política industrial".



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FALSA BANDEIRA: Nova teoria diz que humanos começaram a ocupar o mundo há 120 mil anos

A dispersão dos humanos atuais (Homo sapiens) a partir de África terá começado há mais de 60.000 anos, podendo recuar até a 120.000 anos, e aconteceu em várias vagas e não numa única, sustenta uma investigação hoje divulgada.



Até agora a teoria prevalecente era a de que os humanos modernos evoluíram em África e dispersaram-se depois pela Ásia, acabando por chegar à Austrália numa única onda há cerca de 60 mil anos. No entanto, avanços tecnológicos nas análises de ADN e outras técnicas de identificação fóssil, aliadas a pesquisas multidisciplinares, indicam que a espécie Homo sapiens deixou África várias vezes antes desse período de há 60.000 anos e se misturaram com outras espécies de humanos (que acabaram por se extinguir) em vários locais da Eurásia.

Investigadores do Instituto Max Planck, uma organização independente alemã, e da Universidade de Havai, num trabalho hoje publicado na revista Science, confirmaram a existência de várias migrações com base na análise de novas descobertas na Ásia durante a última década, que mostram que a espécie Homo Sapiens chegou muito mais cedo do que se pensava a partes distantes do continente asiático e até perto da Oceânia.

A investigação evidencia também que esses humanos se cruzaram com outras espécies de humanos que já viviam na Ásia e na Europa, como Neandertais e Denisova.

Estudos recentes identificaram fósseis humanos modernos em locais longínquos da Ásia que têm potencialmente muito mais do que 60.000 anos. Restos de Homo Sapiens que foram encontrados em vários locais no sul e centro da China foram datados entre 70 e 120.000 anos.

Outros estudos recentes também confirmaram que todas as atuais populações não-africanas de Homo sapiens se ramificaram de uma única população ancestral africana. Tal pode indicar que houve pequenas migrações a partir de África desde há 120.000 anos e depois uma grande dispersão há 60.000.

Segundo o estudo, a mais recente dispersão terá contribuído com a maior parte da composição genética dos atuais humanos não africanos, embora ainda seja evidente a presença das anteriores migrações.

"As dispersões iniciais fora de África antes de há 60.000 anos terão sido do tipo de pequenos grupos de forrageiros e pelo menos algumas dessas dispersões iniciais deixaram vestígios genéticos de baixo nível em populações humanas modernas. Mais tarde o maior evento ´Out of África´ terá ocorrido cerca de 60.000 anos atrás ou antes", disse Michael Petraglia, do Instituto Max Planck.

Os investigadores consideram claro que os Homo sapiens, Neandertal, Denisova e talvez outras espécies humanas, se sobrepuseram no tempo e no espaço na Ásia e que interagiram.


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Anúncio de Trump sobre Jerusalém pode trazer "tempos mais sobrios", AFIRMA a chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Federica Mogherini

A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Federica Mogherini, disse hoje que a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital israelita, pode levar a "tempos ainda mais sombrios".




Oanúncio do chefe de Estado norte-americano pode "levar-nos a tempos ainda mais sombrios do que os que vivemos hoje", disse Mogherini, numa conferência de imprensa em que reiterou que a UE defende a solução de Jerusalém como capital dos dois Estados de Israel e da Palestina.

"O anúncio do Presidente Trump sobre Jerusalém tem um impacto potencial muito preocupante", acrescentou, sublinhando que o contexto da região "é muito frágil".

A Alta Representante para a Política Externa da UE reiterou que os 28 têm "uma posição muito clara e unida", a de que "a única solução realista para o conflito entre Israel e a Palestina se baseia em dois Estados, com Jerusalém como capital".

Federica Mogherini salientou ainda a importância de se evitar uma escalada da violência, saudando o apelo de Trump ao reconhecimento do 'status quo' dos lugares santos de Jerusalém.

Trump anunciou na quarta-feira que os EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel e afirmou que irá dar ordens ao Departamento de Estado para mudar a embaixada dos EUA de Telavive para aquela cidade.

O anúncio feito por Donald Trump representa uma rotura com décadas de neutralidade da diplomacia norte-americana na questão israelo-palestiniana.


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AGENDA 21: Venda de imigrantes como escravos pode ser considerado crime contra a humanidade

O Conselho de Segurança (CS) da ONU condenou hoje a venda de imigrantes africanos na Líbia para escravatura dizendo que a ação podia ser considerada um crime contra humanidade.




"OConselho de Segurança condena estas ações como atos hediondos de abusos dos direitos humanos que podem também ser considerados crimes contra a humanidade", disse o presidente do CS em comunicado no final de uma reunião realizada hoje.

O órgão da ONU pediu ainda a todas as autoridades relevantes que investiguem o caso e que levem os responsáveis até à justiça.

"O Conselho de Segurança encoraja a cooperação entre a União Europeia, a União Africana e as Nações Unidas para proteger as vidas dos imigrantes e refugiados nas rotas de imigração e em particular no interior da Líbia", lê-se no comunicado.

No final de novembro, um documentário da CNN revelou um mercado de escravos perto de Trípoli, capital da Líbia, através de imagens captadas por um telemóvel, quando decorria a venda de dois homens.

No som captado, ouve-se alguém afirmar que "os homens são vendidos por 1.200 dinares libaneses ou 400 dólares cada (339 euros, ao câmbio atual)".

De acordo com as Nações Unidas, refugiados e migrantes africanos são mantidos em cativeiro e vendidos como escravos por traficante e milícias, com os valores a oscilarem entre 200 a 500 dólares (168 a 420 euros).

Nos mercados de venda de escravos na Líbia - o principal centro é a cidade de Sabha -, as mulheres são também vendidas como escravas sexuais.


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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Atenção: Pílula digital pode mostrar se paciente toma remédios corretamente - A "MARCA DA BESTA" vem aí.....


Após engolida, pílula ativa um chip que manda informações a um sensor.
Sensor fica em contato com a pele e envia os dados ao celular do paciente.


Resultado de imagem para Pílula digital pode mostrar se paciente toma remédios corretamente


A agência que controla alimentos e remédios nos Estados Unidos aprovou a venda da primeira pílula digital.

O chip é um pouco maior que um grão de areia e vai lá no meio de um comprimido. A pessoa nem percebe. Na hora em que a pílula chega no estômago, ela se dissolve. O chip é ativado quando entra em contato com o ácido estomacal e emite um sinal.

O sinal é captado por um sensor que fica em contato com a pele, como se fosse um pequeno curativo, e a informação então é enviada por celular do paciente. Se ele quiser, pode compartilhar os dados com o médico e com até quatro pessoas.

A ideia é que todo mundo seja avisado que o sujeito realmente tomou seu remédio. Para os fabricantes, a tecnologia pode ajudar quem toma remédios de uso contínuo para controlar, por exemplo, hipertensão, diabetes, HIV.

Poderia ser também útil para os idosos, que têm que tomar muito remédio e às vezes esquecem. A justificativa é que os prejuízos causados por pacientes que interrompem ou não seguem o tratamento à risca podem chegar a US$ 100 bilhões por ano nos Estados Unidos.

Essa é a primeira pílula desse tipo aprovada nos Estados Unidos. O remédio é para o tratamento de pessoas com esquizofrenia.

Alguns especialistas temem que pacientes possam ser pressionados a concordar com esse controle.

O doutor Paul Appelbaum, diretor do departamento de psiquiatria da Universidade Columbia, em Nova York, e especialista em ética médica, alerta que essa tecnologia pode prejudicar a relação de confiança entre médico e paciente.

E diz que há ainda o risco de que os dados venham a ser acessados sem autorização, de forma a ferir a privacidade das pessoas.

"Espero que haja estudos sérios que mostrem que há de fato benefícios nessa nova abordagem. E se os benefícios superam os riscos", afirmou.
Vejam a matéria aqui: 




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domingo, 22 de outubro de 2017

Deputado suíço renuncia após comparar porcos com judeus enviados para Auschwitz


© Sputnik/ Valeriy Melnikov

Uma observação controversa custou a um membro do Partido Verde suíço o seu lugar no Conselho Nacional. Falando durante um debate sobre uma iniciativa de alimentação justa, o político disse que os porcos cultivados não têm chance de sobrevivência, ao contrário dos judeus no campo de concentração de Auschwitz.

O caso aconteceu no debate do Conselho Nacional na semana passada, quando Jonas Fricker, de 40 anos, criticou o transporte dos animais enviados ao abate comparando-o com a deportação dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

"As pessoas deportadas tiveram apenas uma pequena chance de sobrevivência. Os porcos são condenados a uma morte certa", observou Fricker na reunião, citada pela mídia suíça.



© REUTERS/ HANNIBAL HANSCHKE


Ele acrescentou que a comparação veio à sua mente quando ele assistiu um documentário sobre os animais de criação.

O político mais tarde admitiu que sua analogia era "ofensiva e inadequada". Em uma carta aberta a seu partido, ele se desculpou pela observação, dizendo que ele acredita que o Holocausto é um "crime horrível que não tem comparação".

Fricker, atualmente membro do Comitê de Ciência, Educação e Cultura, também anunciou sua demissão do Conselho Nacional, ressaltando que "entregar o mandato é o sinal mais forte" que ele pode enviar.

Embora as desculpas tenham sido aceitas pelos representantes oficiais das comunidades judaicas suíças no conselho, os companheiros de partido de Fricker aplaudiram sua decisão de demitir-se.

O líder do Partido Verde também anunciou que o bloco irá introduzir novas regras para seus membros, o que garantirá a adesão aos princípios humanistas.


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Repartição global: por que a China estaria criando o exército mais poderoso do mundo? Em direção ao cumprimento bíblico???



De acordo com o líder chinês, Xi Jinping, no futuro próximo as Forças Armadas do seu país apresentarão uma frota oceânica bem desenvolvida para operações em qualquer ponto do mundo, aviões furtivos, armas hipersônicas e tropas de mísseis estratégicas, que serão capazes de desafiar os líderes reconhecidos do "clube nuclear".

No 19º Congresso Nacional do Partido Comunista da China, ele prometeu reequipar até 2035 o exército chinês com novo material militar, e até 2050 torná-lo na força militar mais poderosa do mundo. Os jornalistas da Sputnik analisaram os caminhos de desenvolvimento do Exército de Libertação Popular, e como isso, por sua vez, afetará o equilíbrio de forças global.

Nova doutrina



© REUTERS/ ALY SONG


Os ritmos de desenvolvimento militar da China impressionam. De acordo com os dados oficiais, neste ano seu orçamento de defesa aumentou 7% e somou 1,78 trilhões de yuanes (R$ 493 bilhões). Contudo, segundo previsões não oficiais de analistas, que levam em conta rubricas "secretas" do orçamento, o volume total de gastos militares da China já superou os 200 bilhões de dólares (R$ 634 bilhões). Mesmo assim, neste sentido a China ocupa o segundo lugar no mundo depois dos EUA, e o primeiro em termos do número de efetivos. Hoje em dia, no Exército de Libertação Popular prestam serviço mais de dois milhões de pessoas. E a tendência é que a quantidade se esteja transformando rapidamente em qualidade.

No início deste ano, na China foi fundado o Conselho Central para Desenvolvimento Militar e Civil Integrado, cujos objetivos incluem a realização de pesquisas para criação de novas tecnologias de defesa, a elaboração e implementação de concepções estratégicas e táticas, a análise da experiência estrangeira e, possivelmente, até a espionagem industrial. O Conselho é liderado por Xi Jinping.



© REUTERS/ DAMIR SAGOLJ


O especialista em assuntos da China Vasily Kashin disse à Sputnik que os EUA já estão realizando uma doutrina parecida que se chama Terceira Estratégia de Compensação.

"A essência dela é a concentração dos recursos nas principais direções: nanotecnologias e biotecnologias, inteligência artificial, robótica, armas hipersônicas, cibersegurança e assim por diante. O programa é destinado à criação de um arsenal de armamentos com capacidades revolucionárias, o que constituirá o ‘exército do futuro'."

O especialista frisou que a estratégia norte-americana visa conter o desenvolvimento militar da China, o que fica claro pelas publicações na mídia norte-americana, pelos discursos dos políticos dos EUA, bem como pelos trabalhos científicos sobre a nova estratégia. Por sua vez, Pequim não tem interesse em que no futuro próximo Washington obtenha uma supremacia tão evidente.

Se livrar das 'velharias'



© AP PHOTO/ LI GANG/XINHUA


A chefia militar do país considera que uma das tarefas mais ambiciosas no âmbito da modernização do exército chinês é a renovação do conjunto de equipamentos militares das tropas terrestres. Hoje em dia, a China dispõe de cerca de oito mil tanques de guerra. Cerca de um terço de toda a quantidade são Type-59 que já ficaram velhos e obsoletos, sendo projetados na base dos tanques soviéticos T-55 no fim dos anos 50 do século passado. No quadro da modernização, estes “veteranos” serão substituídos gradualmente pelos Type-96 e Type-99 modernos. Além disso, neste ano se iniciou a produção em série de veículos VT-4, que os especialistas consideram como um equipamento intermédio entre os tanques de terceira e quarta geração.



O mesmo se passa com veículos blindados, artilharia, sistemas de defesa antiaérea e assim por diante. As "cópias" de veículos soviéticos dos anos 60-70 têm sido gradualmente substituídas por veículos modernos. O mesmo acontece no caso da Força Aérea chinesa. Em 2013, a China terminou a fabricação de caças J-7, uma cópia autorizada do MiG-21. Ao mesmo tempo, caças mais modernos J-10 e J-11 continuam completando a Força Aérea da China.

O futuro da aviação chinesa é o caça da quinta geração J-20, que será adotado ao serviço até 2019.

Frota expedicionária



© SPUTNIK/ ALEXANDER LISKIN


Os ritmos de modernização da Marinha chinesa também surpreendem. Em 10 anos, as autoridades da China conseguiram incentivar o programa de construção de submarinos e navios de superfície de todas as classes, incluindo cruzadores e porta-aviões. Um grande interesse representa o fortalecimento pela China de seu potencial expedicionário. Uma atenção especial é dedicada à construção de navios para transporte de grandes contingentes militares com equipamento e armamento a distâncias longas.

Em julho deste ano, a nova plataforma de desembarque MLP 868 Donghaidao e o navio de desembarque do projeto 071 Jinggangshan foram enviados até ao litoral de Djibuti para iniciar a construção da primeira base militar chinesa. Um interesse especial representa o Donghaidao. Além da China, hoje em dia apenas os EUA possuem navios da classe MLP (Mobile Landing Platform em inglês, plataforma móvel de desembarque). O Pentágono qualifica os navios da classe MLP como bases expedicionárias móveis, destinadas a operações de desembarque de grande escala a grandes distâncias de infraestruturas litorais de aliados. Assim, o Donghaidao representa uma unidade naval autônoma, que é capaz de criar no litoral inimigo uma testa de ponte para posterior desembarque das forças principais.

Além disso, em 2017 foi lançado à água o segundo porta-aviões chinês Shandong que, tal como o primeiro, Liaoning, é um "parente" do Admiral Kuznetsov russo. A China tem planos para construir mais um navio do projeto semelhante.

O especialista Vasily Kashin aponta que depois do terceiro navio, os chineses iniciarão a elaboração de um navio completamente novo.

"Ainda não se sabe muito sobre ele [o navio], contudo, já é óbvio que este será nuclear e maior que o Liaoning e Shandong. Ele será capaz de transportar mais caças e aviões de apoio, bem como permanecer mais tempo em regime autônomo. Estes navios serão utilizados pelas autoridades da China a fim de projetar sua força em qualquer ponto do Oceano Global."

Espaço e tecnologias de ponta

No que se refere às tecnologias de ponta, a China continua alcançando os EUA. No ano passado, o Pentágono comunicou que a inteligência norte-americana registrou em 2014-2016 sete lançamentos de teste do veículo aéreo hipersônico chinês DF-ZF. Tais sistemas são capazes de atingir a velocidade de mais de 6.000 km/h e podem ser aplicados para transporte de ogivas até ao alvo. Acredita-se que essas munições são impossíveis de serem interceptadas pelos meios de defesa antiaérea e antimíssil.

Além disso, a China está desenvolvendo ativamente veículos aéreos não tripulados da nova geração. Em particular, em fevereiro deste ano, os chineses fabricaram um veículo aéreo não tripulado que funciona com energia solar. Os cientistas afirmam que, graças a esta tecnologia, o veículo poderá ficar no ar mais tempo que os drones tradicionais.



© REUTERS/ CHINA DAILY


Nas próximas décadas, a China continuará reforçando seu agrupamento orbital de sondas espaciais. Em termos de quantidade de satélites militares, a China ocupa o segundo lugar depois dos EUA. O Exército de Libertação Popular continua desenvolvendo seu sistema de satélites de posicionamento global Compass, que tem dupla finalidade. No fim de 2015, a China iniciou a formação do escalão espacial do sistema de alerta contra ataques de mísseis. Ela colocou em órbita o primeiro satélite experimental com sensor de infravermelho que permite registrar lançamentos de mísseis balísticos.


Em meio a uma "militarização" tão forte da China, a intensificação de laços militares entre a Rússia e a China provoca preocupações por parte dos EUA. Vale ressaltar que em junho o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, e seu homologo chinês, Chang Wanquan, assinaram o acordo sobre a intensificação das relações mútuas no campo da defesa para 2017-2020. De fato, uma aliança entre os dois estados mais poderosos em termos militares da Eurásia poderia desafiar até as forças combinadas da OTAN. Mesmo que ainda seja cedo demais para afirmar isso, de acordo com especialistas trata-se de um nível sem precedentes de colaboração entre as forças armadas das duas partes. Rússia e China realizam regularmente manobras conjuntas, jogos militares e troca de experiência. A China não considera a Rússia como um inimigo potencial.

Vasily Kashin ressalta que depois do colapso da União Soviética a China não tem rivais na região, acrescentando que "a China tem relações marcadamente amistosas com a Rússia".


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